De formiguinhas a empreendedores de nós mesmos.

Nada nos chama mais a atenção do que promessas de sucesso fácil, que nos atraem como luzes atraem mosquitinhos. 

  • curso que vai te ensinar as habilidades do profissional bem pago do amanhã,

  • a IA que vai te ensinar a fazer mais com menos,

  • o investimento que dobrará seu patrimônio em pouco tempo.

Quando estamos atentos até conseguimos nos proteger da propaganda, mas basta a atenção cair, piscamos e já estamos em mais um carrinho de compra.

Aqui a linha entre análise e desabafo é tênue, sou como você, um peixinho tentando não ser engolido pelas baleias do marketing.

E nessa tentativa de ser menos consumista, passei por todas as fases do luto: já neguei, esbravejei, tentei barganhar e me deprimi. Agora tento entender.

Agora na aceitação, busco entender que o dinheiro que se foi não volta mais, não adianta continuar se lamentando pelo leite derramado.

É na aceitação dessa nova realidade que podemos utilizar nossa maior arma. Única ferramenta que nos permite aprender e tirar lições. Mas para chegar a ela, temos que primeiro responder a algumas perguntas:

Por que parece que vivemos fugindo de armadilhas?

Há caminho para evitar de vez essas arapucas?

Que ferramenta de libertação seria essa?

A ferramenta é o autoconhecimento. Mas antes de entender por que ele é tão difícil de praticar, precisamos dar um passo atrás — porque esse carrinho de compras em que nos vemos presos não é um acidente, é um sintoma de um sistema maior, uma prisão que a maioria nem percebe que habita.

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